2013-03-11

se corremos demasiado depressa entre os ponteiros do relógio ou se ele vai parar antes de nos oferecer de mãos beijadas o tempo que merecemos ter, não interessa. 
não nos preocupámos em ir memorizando as tabuletas que nos indicassem o caminho para a estrada por onde seguimos, não sabemos como viemos aqui parar. seguimos, não sabemos de onde, não sabemos para onde, mas continuamos a andar. não sabemos se o nosso fim será numa falésia, entre terras, entre mares... mas continuamos a andar, a ver onde vamos dar.
não nos vamos perder. não nos podemos deixar perder.
o tempo é psicológico... o amor também.


1 comentário:

  1. Não quero, nem gosto, mas se ocorrer de nada me adianta resmungar, de entrar naquela de atirar meia dúzia de tristes e chochos clichés consuetudinários para o ar e meter aquele ar de erudito,

    mas digo-te, ou digo-lhe o que melhor servir ao bem da situação o mesmo que todos os dias suplico ao maestro de batuta na mão que comanda a minha rotina,

    manda-me para onde quiseres, como quiseres, quando quiseres só não me peças para "ir por ali",


    cumprimentos,
    perdão pelo intrusão,
    NR

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