o Amor, o Amor... simplesmente não dá para falar de Amor. fala-se de rancor, fala-se de nostalgia, fala-se de sentimentalismo e dramatismo trágico. fala-se de saudades de ver, de estar, de tocar, de amar. fala-se de olhares em sintonia, de juventude sônica que ama demasiado para a idade que tem e perde-se demasiado cedo num sentimento que, quando estraga, não volta para curar. fala-se das feridas deixadas, das cicatrizes que, mesmo com o tempo, doem ao toque. fala-se nas reconstruções de corações em pedaços e de beijos trocados por mãos enlaçadas à chuva. mas de Amor... não, nunca se fala de Amor. fala-se nas consequências que são deixadas nas almas que se tornam demasiado frágeis à sua passagem. mas de Amor... não há tempo para falar dele quando nos aquece o lado esquerdo do peito numa noite fria de inverno.
2013-01-18
o Amor, o Amor... simplesmente não dá para falar de Amor. fala-se de rancor, fala-se de nostalgia, fala-se de sentimentalismo e dramatismo trágico. fala-se de saudades de ver, de estar, de tocar, de amar. fala-se de olhares em sintonia, de juventude sônica que ama demasiado para a idade que tem e perde-se demasiado cedo num sentimento que, quando estraga, não volta para curar. fala-se das feridas deixadas, das cicatrizes que, mesmo com o tempo, doem ao toque. fala-se nas reconstruções de corações em pedaços e de beijos trocados por mãos enlaçadas à chuva. mas de Amor... não, nunca se fala de Amor. fala-se nas consequências que são deixadas nas almas que se tornam demasiado frágeis à sua passagem. mas de Amor... não há tempo para falar dele quando nos aquece o lado esquerdo do peito numa noite fria de inverno.
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